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9 dicas para fazer o seu dinheiro render

Nesse cenário de crise, a população brasileira vem trabalhando arduamente para conseguir o salário no fim do mês, mas, infelizmente, o dinheiro mal dá para pagar as contas. Muitas vezes, no final não sobra quase nada, o que gera uma sensação de desânimo e estresse por não conseguir se realizar financeiramente.
Contudo, esse não é o fim do mundo. Hoje já existem técnicas para controlar suas finanças com sucesso e fazer o dinheiro render — e o melhor: não precisa ser um especialista em finanças ou matemática para colocá-las em prática!

Eu realizei meu controle financeiro com sucesso e consegui fazer meu dinheiro render mais. Quer saber como? Continue lendo este post e acompanhe as 9 dicas que eu utilizei!

1. Controlar o orçamento doméstico

O primeiro passo para quem quer aprender a controlar as finanças é anotar todos os próprios gastos. E um hábito que facilita esse controle é a utilização deplanilhas financeiras.
Para isso, eu coloquei todos os meus gastos em uma planilha, tanto os gastos fixos (como as contas a serem pagas todo mês) quanto os gastos diários. Assim, ao anotar os gastos fixos, eu tive a percepção de quanto poderia sobrar no fim do mês para minha diversão.

2. Não negligenciar os pequenos gastos

Para que o controle funcione, aquele cafezinho antes do trabalho ou aquele pão de queijo na volta para casa também devem ser considerados. Todos esses pequenos gastos devem ser anotados na planilha.
Fazendo isso, percebi o quanto essas pequenas compras representavam do total do meu salário, e pude me controlar um pouco mais.
E utilizar aplicativos específicos me ajudou muito a controlar as finanças. Tive a oportunidade de anotar todos os pequenos gastos na hora, pois tinha tudo na palma da minha mão, podendo acessá-los a qualquer momento.

3. Cortar as despesas supérfluas

Outra grande vantagem que pude perceber ao listar todas as minhas despesas foi ter a consciência de quanto dinheiro gastava sem necessidade. E para fazer o dinheiro render mais, concentrei nos meus objetivos e comecei a cortar as despesas supérfluas.
Comecei a analisar meus custos e separar aqueles que eram dispensáveis. De imediato, diminuí o pacote de minutos do meu celular e troquei o pacote de canais da minha TV afinal, não assistia 50% dos canais disponíveis. Após analisar todos meus custos, percebi que poderia fazer meu dinheiro render mais com um corte de gastos que não iria interferir no meu dia a dia.

4. Fugir do cheque especial e comprar à vista

Por inúmeras vezes me coloquei em uma situação complicada: por ainda não ter o hábito de controlar minhas finanças, às vezes não conseguia pagar todas minhas contas em dia. E para sanar esse problema, frequentemente recorria ao parcelamento das compras ou ao cheque especial.
Bom, o cheque especial possui taxas de juros, o que me fazia perder dinheiro, então, percebi logo que, pagando as contas à vista, me sairia muito melhor e não passaria por apertos como esse!
Outra vantagem que as compras à vista garantem é a possibilidade de pedir desconto. Hoje, sempre que vou realizar a compra de um produto, peço por um desconto — o que também me ajuda a economizar!

5. Pesquisar bastante

Aquela velha dica ainda é extremamente útil: pesquisar por produtos semelhantes em diferentes estabelecimentos pode gerar uma economia considerável dentro do seu orçamento. Outra dica que também é surpreendentemente eficiente é a escolha de produtos mais baratos — ao começar a pesquisar por preços melhores, arrisquei e escolhi alguns produtos de marcas não tão famosas quanto as usuais.
Para minha surpresa, a qualidade desses produtos era muito semelhante à dos produtos famosos, e o preço era muito mais baixo. Logo, passei a optar por essas marcas menos conhecidas (mantendo a qualidade dos produtos, sempre) e deixei de lado a preocupação boba “o que estão pensando sobre mim?“.

6. Poupar sempre

Depois que já anotava todos os meus gastos e conseguia controlar minhas compras, cortar aquilo que era supérfluo e passar a comprar à vista, percebi que já conseguiria poupar uma parte do meu salário. Nesse caso, o ideal é poupar cerca de 10% da receita, e assim o fiz.
Uma boa estratégia que utilizei para sempre poupar (em vez de deixar a quantia cair no esquecimento) foi também anotar tudo em uma planilha, considerando a quantia como uma despesa a ser paga. Sendo assim, no início de todo o mês, realizava a transferência dessa quantia para uma aplicação financeira, garantindo uma reserva segura.

7. Ter planejamento financeiro

Depois de algum tempo seguindo todos os passos, percebi que, mesmo sem ter um grande conhecimento de finanças ou de matemática, tinha conseguido realizar um planejamento financeiro. Hoje, já sei exatamente quanto ganho, quanto poupo e quanto gasto com cada item necessário. Isso me faz ter a ciência do que posso comprar com meu salário, o que me permite dar sempre passos certeiros.
O planejamento financeiro também abriu meus pensamentos para os custos adicionais inseridos em uma compra. Ao se comprar um carro, por exemplo, tem-se o custo do carro propriamente dito e custos adicionais como IPVA, combustível, seguro, manutenções periódicas, entre outros. Assim, fica mais fácil saber qual será o custo real de uma nova aquisição, e se tenho condição de arcar com a compra naquele momento.

8. Tenha metas e objetivos

Infelizmente, muitos de nós trabalhamos basicamente para pagar as contas — mas isso não é satisfatório, não é mesmo? Fazer uma viagem, comprar um carro novo ou a casa própria são alguns dos objetivos que podemos ter, para além de fechar o mês sem débitos.
E para facilitar a realização desse tipo de sonho, precisei ter planejamento e disciplina. Decidi separar uma quantia do meu dinheiro, a fim de utilizá-lo no cumprimento das metas que tinha definido. Com isso, a atitude de poupar se tornou bem mais fácil, pois eu sempre tinha em mente o objetivo final!

9. Evitar compras por impulso

Quem nunca parou em frente à vitrine de uma loja, se apaixonou por um item, realizou a compra e, ao chegar em casa, percebeu que não necessitava daquilo, que atire a primeira pedra! Comprar por impulso é um comportamento que afeta todo o seu planejamento financeiro.
Nem sempre é necessário aproveitar as liquidações que aparecem pela frente ou almoçar fora de casa todos os finais de semana. Uma ideia que implementei na minha vida foi sempre “esquecer” os cartões de crédito e talões de cheque em casa ao sair para o shopping, por exemplo. Isso me ajudou a controlar as compras em excesso e, principalmente, a parar de comprar por impulso. Assim, se tornou impossível realizar compras não planejadas.
Seguindo todos os passos acima, certamente você vai fazer seu dinheiro render muito mais. Administrar o dinheiro sem ter sustos é uma realidade, e não um sonho distante — como você viu, são dicas simples de serem executadas, que necessitam apenas de disciplina. Indubitavelmente, não será nada fácil mudar os atuais costumes e se readequar, mas a dica final é: não desista dos seus objetivos!